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| Cícero Fontoura, autor e intérprete da música vencedora |
A 14ª Galponeira foi realizada nos dias 04, 05 e 06 de setembro, no Largo do Centro Administrativo da cidade de Bagé.
Na grande final deste domingo, 6/09, subiram ao palco 10 (dez) canções, dentre as quais a comissão avaliadora, formada por Guilherme Collares, José Daniel Telles dos Santos, Lucas Barres, Márcio Costa e Zaida Valentim, após apreciar as apresentações, definiu a seguinte premiação:
Primeiro Lugar:
FLOREIOS
Ritmo: Milonga
Letra: Eliezer Tadeu Dias de Souza
Melodia: Cícero Fontoura
Interpretação: Cícero Fontoura
Músicos:
Marco Vieira: Acordeon
Rodrigo Rodrigues: Violão
Riva Rodrigues: Contrabaixo
Ritmo: Vaneira
Letra: Otavio Lisboa/Felipe Bacchieri
Melodia: Jari Terres
Interpretação: Jari Terres e Fabiano Bacchieri
Músicos:
Vinicius Krinton: Violão
Everson Maré: Violão
Fernando Saalfeld: Acordeon
Negrinho Martins: Contrabaixo
Oberdan Wascow: Percussão
JUNTO À CRUZ
Ritmo: Milonga
Letra: Carlos Eduardo Nunes/Henrique Fernandes
Melodia: Matheus Bica
Interpretação: Roberto Borges
Músicos:
Gabriel Jardim: Violão Solo e Vocal
Jorge Pereira Júnior: Guitarron e Vocal
Gustavo Otesbelgue: Violão Solo
Ricardo Silva: Contrabaixo Vocal
Diego Machado: Gaita Botoneira
Música: Batalha dos Cinco Dias
FERNANDO SAALFELD
Música: Bolicho Recuerdo
Instrumento: Acordeon
BOLICHO RECUERDO
Autores: Otavio Lisboa/Felipe Bacchieri
JUNTO À CRUZ
Autor: Matheus Bica
FLOREIOS
Autor: Rodrigo Rodrigues









Queria saber pra onde vãoe sses festivais, essas músicas não tocam em lugar nenhum depois que acaba o festival. Parece que os compositores fazem "obras" em série, sem profundidade nenhuma...sempre a mesma formula de empolgar o público: floreio ou acordes de violão no inicio, mais do que a música pede...uma choradeira no cantar, parece que qualquer palavra precisa ser entoada como se fosse um parto, e agora ainda tem um recitado para dar mais dramaticidade ao que não é dramatico.. Na realidade se tornou uma formula pra se ganhar dinheiro entre compositores e músicos . hoje eu te julgo, amanhã sou eu o julgado. Quem achar o contrário que em esplique como que inscritas entre quase mil músicas pra triagem, passem sempre os mesmos? algo tem que ser feito pra mudar essa roda enferrujada.
ResponderExcluirBom dia "Anônimo". Obrigado pelo comentário, mas peço-te que te identifique quando fazê-lo. Abraço.
ExcluirAo anônimo que vá se dedicar ao rap , pra teu conhecimento a premiação e ajuda de custo mal cobre as despesas destes artistas tradicionalistas , ninguém ganha $$$ com estes festivais que ainda acontecem por amor as nossas tradições.
ResponderExcluirExplique é com x e não com s.
ResponderExcluirAnônimo, você conhece a plataforma Spotify? Pois é, muitas dessas músicas estão ali para a gente escutar. É só procurar. Entendeu!!?
ResponderExcluirKkkkk...não se atenha à gramática, e sim ao conteúdo. Contraponha-se à mensagem e não ao mensageiro. Eu só queria que me explicassem, como num universo em que a maoria dos festivais tem mais de 500 músicas inscritas, sempre passam os mesmos, em triagens- relãmpago. Estudo os festivais para uma tese de mestrado em História. São só ilacões.
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