MOENDA DA CANÇÃO 2026

MOENDA DA CANÇÃO 2026
39ª MOENDA - 15ª MOENDA INSTRUMENTAL - 5ª MOENDINHA: De 07 a 09 de agosto, em Santo Antônio da Patrulha/RS. Clica na imagem e confere a programação oficial.

14ª GALPONEIRA DE BAGÉ

14ª GALPONEIRA DE BAGÉ
14ª GALPONEIRA DE BAGÉ: De 04 a 06 de setembro de 2026.

AGENDA NATIVISTA 2026

AGENDA NATIVISTA 2026
Clica na imagem e confere a Agenda Nativista 2026.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

CANDEEIRO DA CANÇÃO - FASE MUNICIPAL - MÚSICAS CLASSIFICADAS

Foram definidas as 10 (dez) músicas classificadas para a Fase Municipal do Candeeiro da Canção Nativa de Restinga Seca/RS,  que ocorrerá no dia 22 de agosto de 2026, as 21 horas, no Salão Evangélico da cidade. 
Em breve publicaremos a programação do evento e a  ordem de apresentação das composições.
Músicas Classificadas:
1. No Espelho dos Retratos
Letra: Athos Monteiro
Melodia: Mauricio Oliveira
2. Pescaria no Vacacaí
Letra: Mateus Brum Huppes/Luiz Fernando Smaniotto
Melodia: Daiana Wienandts/Luiz Fernando Smaniotto
3. Segredo do Mate
Letra: Angelo Alves
Melodia: Angelo Alves
4. Acampamento do Carlão
Letra: Danilo Batista
Melodia: Danilo Batista
5. Na Geografia do Poncho
Letra: Claudio Reinke
Melodia: Rodrigo Rodrigues
6. Espora Cadente
Letra: Bárbara Abreu
Melodia: Lucas Borrego
7. O Joio e o Trigo
Letra: Joel de Freitas Paulo
Melodia: Alvaro Farias
8. De Campo Aberto
Letra: Gujo Teixeira
Melodia: Danilo Batista
9. Gido Vargas
Letra: Claudio Reinke
Melodia: Rodrigo Rodrigues
10. Picana
Letra: Lucas Borrego
Melodia: Lucas Borrego

Contato da Coordenação:
Jaime Brum Carlos – (55) 99935-3773
Marcos Heinsch – (55) 99128-8615
Thais de Moraes – (55) 99118-7232

CANTO DOS ANCESTRAIS - QUINTA E SEXTA EM SÃO BORJA

Festival de Música Missioneira – Canto dos Ancestrais, ocorrerá nos dias 06 e 07 de agosto, no Parque de Exposições Serafim Dornelles Vargas, durante a programação do 2º Acampamento Farroupilha de São Borja, a Capital Gaúchas dos Fandangos. O evento é alusivo aos 400 Anos das Missões Jesuíticas.
Na quinta-feira, dia 06, serão apresentadas as 15 (quinze) canções classificadas na triagem realizada pela comissão avaliadora, formada por Desiderio SouzaJari Terres, Manoel Pinheiro, Marines Siqueira e Xuxu Nunes.  Dentre as músicas participantes, este mesmo elenco de jurados elegerá 8 (oito) para retornarem ao palco na sexta-feira, dia 07/08, na condição de finalistas do Festival.  
Além das composições inéditas, o publico poderá apreciar na quinta-feira, 06/08, o espetáculo do cantor Jari Terres e Grupo Desd'Ontonte. Na sexta-feira dia 07/08, haverá o shows do gaiteiro e cantor Tibúrcio da Estância e, na sequência, baile animado pelo Grupo Tranco Baileiro.
Os comunicadores Ilton Piram e Ângelo Comassetto, transmitirão as emoções do Canto dos Ancestrais, ao vivo, através do Canal Chasque Gaúcho, a partir das 20 horas.
Para acompanhar, basta clicar no link:

Confiram a seguir, as músicas concorrentes, já na ordem de apresentação: 
1. MEUS MATES TEM ESTAÇÕES
Ritmo: Chamame
Letra: Rodrigo Bauer/Amigo Souza
Melodia: Amigo Souza
Interpretação: Amigo Souza
Gaita Botoneira e Vocal: Thierry Robalo
Contrabaixo: Lucas Grassi
Violão e Vocal: Everton Meus
Violão de 7 Cordas: Maicon Flôres
2. CULTO AOS ANCESTRAIS
Ritmo: Chamame
Letra: Mari Pereira
Melodia: Régis Reis
Interpretação: Eduardo Caduri
Acordeon: Pedro Ernane Lago
Contrabaixo: Vantuir Cáceres
Violão: Regis Reis
Cajon: Guaikika
3. MISSIONEIRA
Ritmo: Chamame
Letra: Paulo Ricardo Costa
Melodia: Henrique Bagesteiro
Interpretação: João Quintana e Grupo Parceria
Acordeon: Kauê Rodrigues
Contrabaixo e Vocal: Henrique Bagesteiro 
Violão e Vocal: Vani Vieira
Percussão e Vocal: Luiz Fernando Baldez
4. UM REGRESSO ÁS ORIGENS
Ritmo: Rasguido Doble
Letra: Joel de Freitas Paulo
Melodia: Nirion Machado/Jhonatan Machado (in memorian)
Interpretação: Eduardo Maycá
Gaita Botoneira e Vocal: Jarbas Nadal
Contrabaixo: Gustavo Dill
Violão e Vocal: Cristiano Fantinel
Violão Solo: Marcelinho Carvalho
5. NO COMANDO DE SEPÉ
Ritmo: Milonga
Letra: Roberto Ornes/Pingo Martins
Melodia: Rodrigo Morales
Interpretação: Mateus Prado Toropasso
Acordeon: Sidney Almeida
Contra Baixo e Vocal: Anderson Padilha
Violão Solo: Rivelino Rodrigues
Violão: Eri Cortes
6. AVA ÑEE
Ritmo: Zamba
Letra: Mauro Nardes/Nenito Sarturi
Melodia: Halber Lopes
Interpretação: Adams Cézar
Acordeon: Jarbas Nadal
Guitarron: Rodrigo Rodrigues
Violão: Halber Lopes
Violão: Marlon Correia
7. O CURADOR DE ALMA
Ritmo: Milonga
Letra: Vladimir  Andrade Alves
Melodia: Vladimir  Andrade Alves
Interpretação: João Carlos Silva
Acordeon: Kátio Medeiros
Contrabaixo: Vladimir Andrade Alves
Violão: Idênio Junior
Violão: Erick da Cruz
Cajon/Carrilhão: Magal Trindade
8. QUATRO SÉCULOS DE HISTÓRIA
Ritmo: Chacarera
Letra: Mário Amaral
Melodia: Jader Duarte/Ezequel da Rosa 
Interpretação: Luiz Fernando Baldez e Grupo Parceria
Acordeon: Kauê Rodrigues
Contra Baixo: Henrique Bagesteiro 
Violão: Vani Vieira
Percussão: João Quintana
9. PÁTRIA GUARANI
Ritmo: Chamarra
Letra: Jose Luis dos Santos
Melodia: Sabani Felipe de Souza
Interpretação:  Paulo Junior
Acordeon e Vocal: Thierry Robalo
Contrabaixo e Vocal: Régis Ferreira
Violão e Vocal: Márcio Trindade
Violão 7 Cordas e Vocal: Miguel Neves
10. AS CORDAS DO MEU OFÍCIO
Ritmo: Milonga
Letra: Fabio Costa/Cristiano Behling
Melodia: Luiz Cardoso
Interpretação: Julio Pereira
Guitarron: Zulmar Benites
Violão: Lucas Grassi
Violão: Everton Meus
11. MINHA ORIGEM MISSIONEIRA
Ritmo: Vaneira
Letra: Mari Pereira
Melodia: Régis Reis
Interpretação: Cícero Fontoura
Acordeon: Pedro Ernane Lago
Contrabaixo: Vantuir Cáceres
Violão: Regis Reis
Bateria: Guaikika
12. DAS RAÍZES DO MEU CANTO
Ritmo: Milonga
Letra: Eron Carvalho
Melodia: Rubilar Ferreira
Interpretação: Rubilar Ferreira
Violão: Rubilar Ferreira
Violão: Riva Rodrigues
Violão Solo: Rodrigo Rodrigues
13. MEU CANTO É MISSIONEIRO
Ritmo: Milonga
Letra: Dilamar Costenaro
Melodia: Halber Lopes
Interpretação: Cristiano Fantinel
Guitarron: Matheus Pimentel Nunes
Violão: Halber Lopes
Violão: Marlon Correia
Intérprete: Cristiano Fantinel
14. A RIFA DO PADRE
Ritmo: Vaneira
Letra: Gilson Parodes/Alex Brondani
Melodia: Magno Bittencourt/ Gustavo Giacomelli
Interpretação: Eri Cortes
Acordeon e Vocal: Sidney Almeida
Contrabaixo: Anderson Padilha
Violão: Maicon Flores
Violão: Eduardo Braz
Pandeiro e Vocal: Cristiano Fantinel
15. O CORAÇÃO DE GONZALES
Ritmo: Milonga Arrabalera
Letra: Matheus Marchezan Bauer
Melodia: Marcelinho Carvalho
Interpretação: Matheus Pimentel e Márcio Trindade
Guitarron: Zulmar Benítez
Contrabaixo: Gustavo Dill
Violão: Marcelinho Carvalho

10º CANTO GALPONEIRO - DOIS DIAS PARA O TÉRMINO DAS INSCRIÇÕES

Ainda dá tempo de encaminhar tua inscrição e fazer parte de um festival que há uma década mantém viva a tradição, a cultura e a música regional gaúcha! 
10º Canto Galponeiro - Um Legado de Adão Cirinei da Cunha e 5º Piazito Galponeiro.
Dias 15, 16 e 17 de outubro de 2026, no Gran Palazzo, em Passo Fundo/RS.
Inscrições até 08 de agosto.
Para efetivar a inscrição, basta clicar no link: 

Comissão avaliadora:
Cristiano Fantinel
Daniel Busch
Jaime Brim Carlos
Ricardo Comassetto
Rogério Villagran

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

3º FESTIVAL HARMONIA EM VERSO - INSCRIÇÕES ATÉ 25 DE AGOSTO

A ACAMPARH - Associação dos Acampados da Estância da Harmonia, através do Orçamento 
Participativo de Porto Alegre, realizará o 3º Festival de Declamação Harmonia em Verso, durante os Festejos Farroupilhas de Porto Alegre 2026, no dia 08 de setembro, das 18hs às 23hs, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, palco Nico Fagundes, com a participação de poetas, amadrinhadores e declamadores, identificados com a cultura do Rio Grande do Sul, tendo como referências os aspectos históricos, culturais e folclóricos do nosso Estado. 
Inscrições até 25 de agosto, exclusivamente pelo e-mail: acamparhfestival@gmail.com

REGULAMENTO:
CAPÍTULO 1 - DOS OBJETIVOS
Art. 1º - Os objetivos são: 
I - Incentivar a leitura e a declamação poética;
II - Valorizar a linguagem poética e declamatória em suas formas de expressão;
III - Fomentar a criatividade e a sensibilidade artística;
IV - Divulgar através da poesia, da indumentária, da convivência fraterna, os verdadeiros valores da cultura da cultura gaúcha, que forjaram o perfil físico e psicológico do nosso povo, mantendo viva a terminologia, a vestimenta e os usos e costumes característicos do Rio Grande do Sul;
V - Valorizar o homem e as lidas campesinas, fatos e personagens da nossa história, retratando a sua importância para a literatura e para a sustentação dos genuínos valores do folclore do nosso Estado;
VI - Aproximar do público, a poesia e a declamação e promover o intercâmbio cultural entre artistas e a comunidade.
VII - Proporcionar a revelação de novos talentos e a divulgação de sua arte;
VIII - Promover o turismo e projetar Porto Alegre no cenário artístico-cultural do Rio Grande do Sul e além-fronteiras;
CAPÍTULO 2 - DA ADMINISTRAÇÃO DO FESTIVAL
Art. 2º - A administração do Festival compete a ACAMPARH - Associação dos Acampados da Estância da Harmonia, através de recursos do Orçamento Participativo – Temática da Cultura e Juventude.
CAPÍTULO 3 - DAS INSCRIÇÕES E PARTICIPAÇÃO
Art. 3º - As inscrições se darão através do e-mail acamparhfestival@gmail.com.
I - Prazo de início das inscrições de 05 de agosto de 2026.
II - Prazo final das inscrições até 25 de agosto de 2026, às 23h59m.
III - Uma comissão avaliadora de reconhecida capacidade e notório saber vai classificar os 12 poemas declamados que vão concorrer no palco do evento e terão direito à ajuda de custo.
Art. 4º - Deverá constar no e-mail de inscrição as seguintes informações:
I - Título da Obra
II - Autor(es) da Obra
III - Nome completo do declamador
IV - Nome completo do amadrinhador, se houver.
V - Uma cópia em word ou PDF do poema a ser declamado.
VI - Um áudio em MP3 da declamação do poema a ser declamado.
Parágrafo 1º: poderão se inscrever concorrentes de qualquer idade, inclusive menores de idade, a partir de 16 anos completos, estes, com a autorização dos pais ou responsáveis legais.
Parágrafo 2º: por ser um concurso de declamação, o poema a ser declamado pelo inscrito poderá ser inédito ou não, ficando a critério do intérprete a escolha da obra.
Parágrafo 3º: Depois de inscrita a participação, o concorrente se obriga a apresentar o poema que indicou na inscrição.
Art. 5º - Ao realizar a inscrição, os declamadores, ficam cientes de que estão autorizando, o Festival e seus organizadores, a dispor das imagens e áudios decorrentes da apresentação, em caso de premiação ou não, bem como autorizando de modo irrevogável e gratuito, assim como a divulgação da obra em todas e quaisquer plataformas de mídias sociais e materiais de divulgação.
Art. 6º - O Festival de Declamação Harmonia em Verso não indenizará ou remunerará qualquer pessoa, como advertência de que as imagens e/ou áudio decorrentes dessa edição se tornarão parte do acervo do Festival, podendo ser usados, conforme a deliberação dos organizadores, em qualquer momento.
CAPÍTULO 4 - DO CONCURSO
Art. 7º - A modalidade será declamação, com tema livre, desde que as composições tratem da temática ligada ao nosso Estado e representem a cultura gaúcha tradicional, obedecendo às normas deste regulamento.
Parágrafo único: o concorrente poderá trazer o amadrinhador de sua preferência. Caso não tenha, a organização do evento disponibilizará um.
Art. 8º - A Comissão Julgadora será constituída por três pessoas de notório saber, convidados pela comissão organizadora pela comprovada capacidade técnica e expressão no cenário da poesia gaúcha, a qual ficará a cargo da avaliação das declamações que subirão ao palco e da triagem, se
necessário.
Art. 9º- A ordem de apresentação das declamações será definida pela Comissão Organizadora, não sendo aceitas alterações posteriores;
Art. 10º - Serão avaliados, os seguintes critérios: fundamentos da voz, a expressão corporal, a interpretação da mensagem, conexão com o público e a fidelidade ao texto.
CAPÍTULO 5 - DA PREMIAÇÃO
Art. 11º- Aos vencedores do Festival de Declamação Harmonia em Verso caberá a seguinte premiação:
I - 1° Lugar: R$ 2.000,00 (Dois mil reais)
II - 2° Lugar: R$ 1.500,00 (Um mil e quinhentos reais)
III - 3° Lugar: R$ 1.000,00 (Um mil reais)
IV - Os 3 primeiros colocados receberão troféus.
Parágrafo único: Por se tratar de verba oriunda do Orçamento Participativo da Prefeitura de Porto Alegre, o pagamento da Premiação e Ajuda de Custo serão efetuados em até 5 dias úteis após a disponibilização da verba pelo Município de Porto Alegre à Acamparh.
Parágrafo único: O critério de desempate será por idade, o candidato com a idade mais avançada levara o prémio, se persistir o empate será feito sorteio.
CAPÍTULO 6 - DA AJUDA DE CUSTO
Art. 12º - Os declamadores classificados receberão uma Ajuda de Custo no valor de R$500,00.
CAPÍTULO 7 - DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 13º - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos soberanamente pela Comissão Organizadora.

Porto Alegre/RS, 05 de Agosto de 2026.
Comissão Organizadora
ACAMPARH - Associação dos Acampados da Estância da Harmonia

2º FESTIVAL HARMONIA EM CANTO - INSCRIÇÕES ATÉ 25 DE AGOSTO

Vem aí o 2º Festival de Músicas Tradicionalistas Inéditas Harmonia em Canto, confirmado para o dia 15 de setembro de 2026, das 18h as 23h, no Palco Nico Fagundes, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, durante o Acampamento Farroupilha de Porto Alegre. O evento irá contar com a participação de compositores, músicos e intérpretes identificados com a cultura do Rio Grande do Sul, tendo como referências os aspectos históricos, culturais e folclóricos do nosso Estado.
Inscrições até 25 de agosto, exclusivamente pelo e-mail: acamparhfestival@gmail.com
Promoção: Acamparh & Orçamento Participativo  - Festejos Farroupilhas de Porto Alegre. 

REGULAMENTO:
CAPÍTULO 1 - DOS OBJETIVOS:
Art. 1º - Os Objetivos são: 
I - Divulgar através da música, da indumentária, da convivência fraterna, os verdadeiros valores da cultura gaúcha, que forjaram o perfil físico e psicológico do nosso povo, mantendo viva a terminologia, a vestimenta e os usos e costumes característicos do Rio Grande do Sul;
II - Valorizar o homem e as lidas campesinas, fatos e personagens da nossa história, retratando a sua importância para a cultura e para a sustentação dos genuínos valores do folclore do nosso Estado;
III - Resgatar as peculiaridades musicais e poéticas do Rio Grande do Sul, na afirmação de suas crenças e na busca incessante de suas raízes;
IV - Proporcionar a revelação de novos talentos e a divulgação de sua arte;
V - Promover o turismo e projetar Porto Alegre no cenário artístico-cultural do Rio Grande do Sul;
VI - Proporcionar o intercâmbio cultural e a integração entre artistas e a nossa comunidade.
CAPÍTULO 2 - DA ADMINISTRAÇÃO DO FESTIVAL
Art. 2º - A administração do Festival compete a ACAMPARH - Associação dos Acampados da Estância da Harmonia, através de recursos do Orçamento Participativo – Temática da Cultura e Juventude da Prefeitura de Porto Alegre.
CAPÍTULO 3 - DAS INSCRIÇÕES E PARTICIPAÇÃO
Art. 3º - As inscrições se darão através do e-mail acamparhfestival@gmail.com
I - Prazo de início das inscrições de 05 de agosto de 2026.
II - Prazo final das inscrições até 25 de agosto de 2026, às 23h59.
III - Haverá uma banca avaliadora de reconhecida competência na área artística, que vai classificar 12 concorrentes que se apresentarão no palco do Festival.
Art. 4º - Deverá constar no e-mail de inscrição as seguintes informações:
I - Título da Obra;
II - Autor(es) da Letra;
III - Autor(es) da Melodia;
IV - Relação dos músicos e respectivos instrumentos;
V - Uma cópia da Letra em word ou PDF;
VI - Áudio da música em MP3 para triagem;
VII - Chave PIX para pagamento da possível premiação;
Parágrafo único: poderão se inscrever concorrentes de qualquer idade, inclusive menores de idade, a partir dos 16 anos, estes, com a autorização dos pais ou responsáveis legais.
Art. 5º - Ao realizar a inscrição, autores e intérpretes, ficam cientes de que estão autorizando, o Festival e seus organizadores, a dispor das imagens e áudios decorrentes da apresentação, em caso de premiação ou não, bem como autorizando de modo irrevogável e gratuito, assim como a divulgação da obra em todas e quaisquer plataformas de mídias sociais e materiais de divulgação.
Art. 6º - O Festival de música Harmonia em Canto não indenizará ou remunerará qualquer pessoa, como advertência de que as imagens e/ou áudio decorrentes dessa edição se tornarão parte do acervo do Festival, podendo ser usados, conforme a deliberação dos organizadores, em qualquer momento.
Art. 7º - Somente serão aceitas composições na Língua Portuguesa, sendo admitida a utilização de expressões em espanhol e tupi-guarani, desde que constem no rodapé da letra a tradução ou significado da palavra ou expressão.
Art. 8º - Poderão participar do Festival, somente COMPOSIÇÕES INÉDITAS. Entende-se por inédita a composição que ainda não tenha sido divulgada em qualquer meio físico ou digital até a data da realização do evento.
CAPÍTULO 4 - DA LINHA MUSICAL
Art. 9º - A Linha musical do Festival Harmonia em Canto deve identificar-se com o enfoque dos diversos temas rio-grandenses, do ambiente campeiro as áreas sociais, ecológicos, românticas, caracterizadas dentro de linhas de construção poético-musical, sem descaracterizar a temática melódica popular e tradicional do gaúcho e seu universo campeiro.
CAPÍTULO 5 - DA SELEÇÃO E CONCURSO
Art. 10º- A Comissão Avaliadora será constituída por três pessoas de notório saber e comprovada capacidade técnica no cenário poético-musical.
Art. 11º- Cada compositor, em seu nome ou parceria, poderá classificar até duas obras na triagem.
Art. 12º - Cada intérprete poderá defender duas composições solo e mais uma como instrumentista.
Art. 13º - Os instrumentistas poderão se apresentar em até três composições.
Art. 14º- A ordem de apresentação das composições pré-selecionadas será definida pela Comissão
Organizadora, logo após a triagem, não sendo aceitas alterações posteriores.
Art. 15º- Os intérpretes e músicos que subirem ao palco do Festival deverão apresentar-se com a indumentária gaúcha, não sendo permitido o uso de camisetas com propaganda ou alusão a qualquer tipo de manifestação, mesmo que esteja relacionada à cultura do Rio Grande do Sul.
Art. 16º- O tempo de execução de cada música será de, no máximo, cinco minutos, tanto para a triagem quanto para a apresentação no palco.
Art. 17º - Serão avaliados, os seguintes critérios:
I - Conteúdo de letra e fidelidade.
II - Interpretação.
III - Harmonia.
IV - Ritmo.
V - Melodia.
VI - Postura de palco.
CAPÍTULO 6 - DA PASSAGEM DE SOM
Art. 18º - É obrigatória a passagem de som no dia da apresentação das concorrentes, conforme ordem e horário específico de cada música, pré-estabelecido e informado pela comissão organizadora, não sendo permitida alteração desta ordem. O grupo que não se fizer presente no horário da passagem de som, perderá o direito de equalizar o som e sofrer multa 20% da ajuda de custos pelo descumprimento desta normatização.
Parágrafo único – A critério da comissão organizadora, em consonância com a direção de Palco, previamente informado, o ajuste poderá ser efetuado no momento da apresentação.
CAPÍTULO 7 - DA PREMIAÇÃO
Art. 19º - Aos vencedores do Festival Harmonia em Canto- caberá a seguinte premiação:
1° Lugar: R$ 2.500,00 (Dois mil e quinhentos reais) e Troféu.
2° Lugar: R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais) e Troféu.
3° Lugar: R$ 1.000,00 (Hum mil reais) e Troféu.
Melhor Intérprete: R$ 1.000,00 (Hum mil reais) e Troféu.
Melhor Letra: R$ 500,00 (Quinhentos reais) e Troféu.
Parágrafo único: Por se tratar de verba oriunda do Orçamento Participativo da Prefeitura de Porto Alegre, o pagamento da Premiação e da Ajuda de Custo será efetuado em até 5 dias úteis após a disponibilização da verba pelo município à Acamparh.
CAPÍTULO 8 - DA AJUDA DE CUSTO
As músicas classificadas receberão, a título de Ajuda de Custo, o valor de R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais)
CAPÍTULO 9 -DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 20° - Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos soberanamente pela Comissão Organizadora.

Porto Alegre, 05 de Agosto de 2026.
Comissão Organizadora
ACAMPARH - Associação dos Acampados da Estância da Harmonia

MOENDA DA CANÇÃO: NÚMEROS E PERSONAGENS

Aqueles que acompanham o Blog Ronda dos Festivais certamente percebem o hábito contumaz que temos de elaborar e compartilhar informações, curiosidades e números resultantes das pesquisas que promovemos no reduto dos festivais de música do sul do Brasil. Deste universo apaixonante, denominado Movimento Nativista, que completará 55 anos de existência no mês de dezembro de 2026, faz parte a Moenda da Canção de Santo Antônio da Patrulha, reconhecida como um dos mais representativos festivais do RS.
Criada em 1987, com o nome de Moenda da Canção Nativa, o evento foi mostrando aos poucos que o Litoral Norte tinha algo diferente da musicalidade registrada até então no Rio Grande do Sul. A descoberta de novos sons e melodias garimpadas e pesquisadas pelos músicos, emoldurando poemas e letras que resgatam elementos e tradições da cultura afro-açoriana, fez ressurgir a música e o folclore da região litorânea.
A partir da 9ª edição, já sem o rótulo de Nativa, a Moenda da Canção passa a acolher composições de todos os ritmos tornando-se, assim, um festival com espaço para a liberdade de expressão e para o ecletismo, sem preconceitos, tanto em letra quanto em melodia. Em 1995, o Brasil abraçou a Moenda.
No tocante a qualidade musical, elogiada por uns e criticada por outros, é incontestável que a Moenda registra ao longo de sua trajetória, muitas músicas que ficaram bem conhecidas pelo público, algumas até  conquistaram o selo de “clássicos” do nativismo, tais como: Dança dos Trigais, de Beto Barros e Sergio Rojas, interpretada por Eraci Rocha e Sérgio Rojas; Milonga Abaixo de Mau Tempo, de Mauro Moraes, interpretada por José Cláudio Machado; O Festival, de Fernando Corona, interpretada por Corona, Neto e Ernesto FagundesLástima, de Mauro Moraes, interpretada por José Cláudio Machado; Gaúcho Apaixonado, de Bonitinho e Elton Saldanha, interpretada por Alemão do Bororé; pra citar apenas cinco.
Com trajetória contínua desde 1987 (só foi interrompida durante a pandemia) a Moenda passou a dar oportunidade para os músicos instrumentistas apresentarem suas composições, ao criar, em 2011, a Moenda Instrumental
Em 2022, surgia a Moendinha da Canção, com o intuito de oportunizar à cantores e cantoras infantojuvenis, um palco importante para demonstrarem seus talentos interpretativos.
Agora, em 2026, de 07 a 09 de agosto, serão realizadas a 39ª Moenda da Canção, a 15ª Moenda Instrumental e a 5ª Moendinha, mostras competitivas que geram grande expectativa no público e considerável ansiedade nos artistas participantes.  A ordem de apresentação das músicas e dos intérpretes concorrentes, com suas respetivas fichas técnicas, será publicada na quinta-feira, 06 de agosto, aqui no Blog.  
O prestígio adquirido pela Moenda não se deve somente ao que é apresentado no palco, resulta também da atitude de um grupo de pessoas e de um povo que sabe reconhecer e aceitar com espírito de renovação tudo que vem de fora, que vem de longe em busca do novo. 
Antes de finalizarmos esta postagem, gostaríamos de perguntar a vocês que nos leem, se saberiam apontar os protagonista da Moenda, no transcurso destas quase quatro décadas de história?
Para aplacar eventuais interrogações sobre esse baita festival, elaboramos um singelo demonstrativo que apelidamos de Estatística da Moenda, cujo resultado publicamos a seguir. Acompanhem:

Autores conquistaram mais vezes o Troféu de Primeiro Lugar:
Entre os autores de músicas vencedoras da Moenda, o músico e compositor Mauro Moraes se destaca com o maior número de conquistas. Ele tem quatro Primeiros Lugares nas seguintes edições:
2ª:  Morada Noturna
8ª:  O Sul Por Vida
16ª: Milonga de Outras Bandas
31ª:  Pensarolando
Seguindo Mauro Moraes bem de pertinho, aparecem 4 compositores com 3 vitórias na Moenda:
Chico Saratt:
2ª:  Morada Noturna
12ª: O Medo
26ª: Conflito
Jaime Vaz Brasil
3ª:  Milonga do Pendular Encontro
11ª:  Muito Antes de Pasárgada
28ª:  Amorável
Zé Alexandre                                 
19ª:  Reticência
25ª:  Água Boa de Beber
28ª:  Amorável
Zebeto Correia                              
27ª:  Por Onde o Rio Passa
29ª:  Aprendizagem
30ª:  Folha em Branco
Dois destes autores tem músicas concorrendo na 39ª Moenda, portanto com chances de chegar a 4 vitórias e dividir a liderança com Mauro Moraes. 

No rol dos Melhores Intérpretes premiados na Moenda, aparecem 17 cantores e 12 cantoras, cinco deles lideram a pesquisa com 2 troféus cada um:
Daniel Torres:  1ª e 2ª edições
Ivo Fraga:  3ª e 4ª edições
João de Almeida Neto: 5ª e 16ª edições
Kako Xavier: 8ª e 18ª edições
Maria Helena Anversa: 12ª e 13ª edições

No quesito 
Melhor Instrumentista, 34 músicos conquistaram troféus nas 38 edições da Moenda, dentre os quais: 6 violonistas, 5 tecladistas, 4 gaiteiros, 3 flautistas, 3 bateristas, 3 percussionistas, 2 contrabaixistas, 2 pandeiristas. Com uma única premiação, aparecem outros 6 músicos que tocaram Viola, Bandoneon, Violoncelo, Saxofone, Violino e Trompete.
Quem lidera a estatística, com três premiações é:
Fernando Corona: 3ª, 6ª e 10ª
Instrumento: Teclado/Piano
Com duas premiações estão:
Texo Cabral:  1ª, 24ª
Instrumento: Flauta:  
Jorginho do Trompete: 7ª e 10ª
Instrumento: Trompete   
Luiz Carlos Borges: 8ª e 15ª
Instrumento: Acordeon

A partir da 8ª edição a Moenda passou a premiar o autor da Melhor Letra e desde então, os letristas que mais se destacaram, com 4 conquistas cada um são os poetas: 
Jaime Vaz Brasil:
8ª:  Coração de Milonga
11ª:  Muito antes de Pasárgada
13ª:  O Amor aos Olhos de Náufrago
31ª:  Bestiário da Sombra
Martin César Gonçalves:
27ª:  Décimas da Raiz Pampeana
29ª:  Aprendizagem
30ª:  Folha em Branco
35ª:  A Luz de Uma Canção
Um dos dois podem assumir a liderança, pois ambos tem música concorrendo na 39ª Moenda.

Com dois troféus cada um, aparecem:
Vaine Darde: 12ª e 14ª
Vinícius Brum: 9ª e 24ª


A modalidade Melhor Melodia, passou a ser premiada somente a partir da 29ª edição, no ano de 2015. Nas dez edições realizadas desde então, dois compositores lideram com 2 premiações cada um:
Zebeto Corrêa: 29ª e 30ª

Diogo Barcelos:
34ª e 38ª

Outros 6 receberam o troféu apenas um vez.


Ao longo desses 38 anos de história, uma plêiade de 340 autores experimentaram a alegria de participar da grande final da Moenda. Deste rol de poetas e musicistas, relacionamos a seguir, aqueles que tem mais de dez canções entre as finalistas e, consequentemente, registradas em CD, em DVD e nas plataformas oficiais do festival:
Jaime Vaz Brasil:  23 músicas finalistas
Ivo Ladislau:   16 músicas finalistas
Mauro Moraes:  14 músicas finalistas
Vaine Darde:  14 músicas finalistas
Carlos Catuípe:  12 músicas finalistas
Fernando Corona: 11 músicas finalistas
Zebeto Correia:   11 músicas finalistas


Nesta matéria, não podemos omitir o fato de que a partir da 2011, surgiu a Moenda Instrumental, que chega a sua 15ª edição em 2026.
Das 14 edições já realizadas podemos destacar os seguintes parâmetros:
Autor Com Mais Vitórias é o compositor:
Cristian Sperandir:  3 conquistas:
1ª:  Flamboyã
8ª: Pampiano
9ª: Elo
Próximo de Cristian, vem o  gaiteiro patrulhense:
Samuca do Acordeon: 2 vitórias:
3ª:  Cancela Preta
6ª:  Sono Leve

Nenhum dos dois instrumentistas tem música concorrendo na 15ª Moenda Instrumental.  A liderança de Cristian Sperandir está garantida por mais um ano.

Por último, e não menos importante é a nominata daqueles que integraram as comissões avaliadoras da Moenda, exercendo a honrosa missão de avaliar as canções concorrentes.
Considerando as 38 edições realizadas até agora e a 39ª que acontecerá nos próximos dias, constatamos que 167 pessoas foram designadas para a função de Jurado ou Jurada, 144 do sexo masculino e 23 do sexo feminino.
Os nomes mais requisitados pela Moenda foram os seguintes:
Quatro vezes:
Colmar Duarte: 3ª, 6ª, 14ª, 25ª
Três vezes:
Arthur de Faria: 11ª, 15ª, 18ª
Chico Alves: 2ª, 4ª, 16ª
Robson Barenho: 13ª, 14ª, 36ª
Duas vezes:
Carlos Madruga: 16ª, 28ª
Chico Saratt: 11ª, 15ª
Doly Costa: 1ª, 5ª
Érlon Péricles: 23ª, 35ª
Geraldo Flach: 11ª, 12ª
Gujo Teixeira: 30ª, 38ª
Jorge André Brites: 13ª, 14ª
Juarez Fonseca: 10ª, 20ª
Lenin Nuñes: 6ª, 12ª
Luiz Augusto Fischer: 15ª, 16ª
Mauro Moraes: 1ª, 3ª
Pedro Guerra Pimentel: 14ª, 19ª
Rodrigo Bauer: 24ª, 39ª
Samuca do Acordeon: 25ª, 38ª
Sérgio Rojas: 3ª, 7ª
Zé Alexandre:  29ª, 35ª
Zé Caradipia: 18ª, 32ª
Zebeto Corrêa: 24ª, 37ª.

Será que estes números sofrerão modificações ao final da 39ª Moenda
Grato pela atenção. Baita abraço. 

terça-feira, 4 de agosto de 2026

DOIS LIVROS CUJA LEITURA RECOMENDAMOS

Saudações nativistas e gauchescas a todos e todas que prestigiam as publicações do Blog Ronda dos Festivais.  
Hoje, abrimos espaço nas notícias festivaleiras para veicular a coluna Literatura Regional,  que nesta ocasião enaltece o versejar rio-grandense, representado por duas publicações de fundamento, dois livros de poesias cuja aquisição e leitura recomendamos.
Acompanhem as narrativas abaixo:
O primeiro livro que destacamos tem o título de Partilha, escrito pela poetisa Joseti Gomes, autora de inúmeros poemas premiados em festivais de poesia do Rio Grande do Sul.
O livro Partilha é constituído por 112 páginas nas quais acampam 32 poesias repletas de sensibilidade, com versos que vão do regional ao universal, alguns nostálgicos, outros bem atuais, que abordam temas sociais e existenciais, que nos alegram e nos emocionam, sem deixar de falar do campo e da natureza.  
Como diz a declamadora Romila Amaral num dos textos de apresentação do livro, “... assim ela abraça todos os públicos, fazendo com que seus versos alcem voos, tocando o coração das pessoas. “
Além de Romila, também apresenta o livro a poeta e declamadora Bianca Bergman. O prefácio é do escritor e poeta Luís César Soares.

Pequena apresentação da autora:
Joseti Gomes é escritora, poeta e declamadora porto alegrense. Participa ativamente de festivais e concursos de poesia, sendo frequentemente premiada. Atua também como avaliadora nesses eventos. Em 2015, recebeu o Troféu Antônio Augusto Ferreira de Poeta Destaque, oferecido pelo Blog do Léo Ribeiro. Em 2015 e 2018 foi agraciada também com o Troféu Ronda dos Festivais, promovido pelo Blog Ronda dos Festivais, da categoria Poeta Com Mais Vitórias nos festivais de poesia do RS.
É idealizadora do projeto Flores de Maçanilha, que apresenta a literatura e a poesia ao público infanto-juvenil.
Possui mais dois livros editados: Três Rosas e um Cabaré e Flores de Maçanilha.  
Integra a Estância da Poesia Crioula, entidade cultural e artística que reúne os principais vates do sul do Brasil.

O outro livro que recebemos e igualmente destacamos aqui neste espaço, é intitulado Dona Cucha e a Casa dos Leões, de autoria do escritor e poeta Luís César Soares, neto da homenageada Dona Cucha.
A publicação é composta por 144 páginas pelas quais são distribuídas 33 poesias bem concebidas e 7 Causos do Terêncio, com textos bem humorados protagonizados pelo rústico personagem criado pelo autor. Os poemas falam de saudade, de amor, da importância da família, além de abordarem temas existências e aspectos regionais como lidas de campo e nacos da história do RS. No livro, em capítulos especiais, César apresenta ao leitor algumas lembranças de sua infância e narra sobre as reflexões da maturidade.  
O prefácio é da poetisa e declamadora Bianca Bergman que conclui sua apresentação dizendo: “...Neste livro, reencontro provas de que a pureza existe e persiste. Talvez seja justamente isso que o torna tão precioso: a capacidade de nos lembrar que, por trás de cada verso, há sempre um pouco de infância, magia e encantamento esperando para se revelar.”
Dona Cucha e a Casa dos Leões é o primeiro livro editado por Luís César Soares.

Pequena apresentação do autor:
Luís César Soares é escritor, poeta, pesquisador e colecionador de objetos e relíquias gauchescas e também um apaixonado pela cultural rio-grandense.
Atua como avaliador de festivais, rodeios e concursos de poesias no RS e em SC. Conquistou diversas premiações literárias nas categorias Poesias, Contos e Causos, bem como seus poemas tem sido seguidamente consagrados em festivais de poesias inéditas.
Integrante da Estância da Poesia Crioula desde 2012.

Muito obrigado a poetisa Joseti Gomes e ao poeta Luis César Soares pela consideração e pela gentileza de presentearem-nos com exemplares autografados dessas obras tão valiosas, que engrandecem a poesia regional gaúcha.
Baita abraço aos dois amigos que, graças a seus talentos, são presenças constantes no cenário poético do Rio Grande do Sul.

Ambos os livros estão à disposição do público leitor, podendo ser adquiridos diretamente com os autores através do whatsapp.
Contatos:
(51) 984.542.033 – Joseti Gomes
(51) 984.542.034 – Luis César Soares