MOENDA DA CANÇÃO 2026

MOENDA DA CANÇÃO 2026
39ª MOENDA - 15ª MOENDA INSTRUMENTAL - 5ª MOENDINHA: De 07 a 09 de agosto, em Santo Antônio da Patrulha/RS. Clica na imagem e confere a programação oficial.

14ª GALPONEIRA DE BAGÉ

14ª GALPONEIRA DE BAGÉ
14ª GALPONEIRA DE BAGÉ: De 04 a 06 de setembro de 2026.

AGENDA NATIVISTA 2026

AGENDA NATIVISTA 2026
Clica na imagem e confere a Agenda Nativista 2026.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

DOIS LIVROS CUJA LEITURA RECOMENDAMOS

Saudações nativistas e gauchescas a todos e todas que prestigiam as publicações do Blog Ronda dos Festivais.  
Hoje, abrimos espaço nas notícias festivaleiras para veicular a coluna Literatura Regional,  que nesta ocasião enaltece o versejar rio-grandense, representado por duas publicações de fundamento, dois livros de poesias cuja aquisição e leitura recomendamos.
Acompanhem as narrativas abaixo:
O primeiro livro que destacamos tem o título de Partilha, escrito pela poetisa Joseti Gomes, autora de inúmeros poemas premiados em festivais de poesia do Rio Grande do Sul.
O livro Partilha é constituído por 112 páginas nas quais acampam 32 poesias repletas de sensibilidade, com versos que vão do regional ao universal, alguns nostálgicos, outros bem atuais, que abordam temas sociais e existenciais, que nos alegram e nos emocionam, sem deixar de falar do campo e da natureza.  
Como diz a declamadora Romila Amaral num dos textos de apresentação do livro, “... assim ela abraça todos os públicos, fazendo com que seus versos alcem voos, tocando o coração das pessoas. “
Além de Romila, também apresenta o livro a poeta e declamadora Bianca Bergman. O prefácio é do escritor e poeta Luís César Soares.

Pequena apresentação da autora:
Joseti Gomes é escritora, poeta e declamadora porto alegrense. Participa ativamente de festivais e concursos de poesia, sendo frequentemente premiada. Atua também como avaliadora nesses eventos. Em 2015, recebeu o Troféu Antônio Augusto Ferreira de Poeta Destaque, oferecido pelo Blog do Léo Ribeiro. Em 2015 e 2018 foi agraciada também com o Troféu Ronda dos Festivais, promovido pelo Blog Ronda dos Festivais, da categoria Poeta Com Mais Vitórias nos festivais de poesia do RS.
É idealizadora do projeto Flores de Maçanilha, que apresenta a literatura e a poesia ao público infanto-juvenil.
Possui mais dois livros editados: Três Rosas e um Cabaré e Flores de Maçanilha.  
Integra a Estância da Poesia Crioula, entidade cultural e artística que reúne os principais vates do sul do Brasil.

O outro livro que recebemos e igualmente destacamos aqui neste espaço, é intitulado Dona Cucha e a Casa dos Leões, de autoria do escritor e poeta Luís César Soares, neto da homenageada Dona Cucha.
A publicação é composta por 144 páginas pelas quais são distribuídas 33 poesias bem concebidas e 7 Causos do Terêncio, com textos bem humorados protagonizados pelo rústico personagem criado pelo autor. Os poemas falam de saudade, de amor, da importância da família, além de abordarem temas existências e aspectos regionais como lidas de campo e nacos da história do RS. No livro, em capítulos especiais, César apresenta ao leitor algumas lembranças de sua infância e narra sobre as reflexões da maturidade.  
O prefácio é da poetisa e declamadora Bianca Bergman que conclui sua apresentação dizendo: “...Neste livro, reencontro provas de que a pureza existe e persiste. Talvez seja justamente isso que o torna tão precioso: a capacidade de nos lembrar que, por trás de cada verso, há sempre um pouco de infância, magia e encantamento esperando para se revelar.”
Dona Cucha e a Casa dos Leões é o primeiro livro editado por Luís César Soares.

Pequena apresentação do autor:
Luís César Soares é escritor, poeta, pesquisador e colecionador de objetos e relíquias gauchescas e também um apaixonado pela cultural rio-grandense.
Atua como avaliador de festivais, rodeios e concursos de poesias no RS e em SC. Conquistou diversas premiações literárias nas categorias Poesias, Contos e Causos, bem como seus poemas tem sido seguidamente consagrados em festivais de poesias inéditas.
Integrante da Estância da Poesia Crioula desde 2012.

Muito obrigado a poetisa Joseti Gomes e ao poeta Luis César Soares pela consideração e pela gentileza de presentearem-nos com exemplares autografados dessas obras tão valiosas, que engrandecem a poesia regional gaúcha.
Baita abraço aos dois amigos que, graças a seus talentos, são presenças constantes no cenário poético do Rio Grande do Sul.

Ambos os livros estão à disposição do público leitor, podendo ser adquiridos diretamente com os autores através do whatsapp.
Contatos:
(51) 984.542.033 – Joseti Gomes
(51) 984.542.034 – Luis César Soares

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

41º PONCHE VERDE - INSCRIÇÕES ATÉ 14 DE SETEMBRO

O 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha, festival de músicas inéditas, será realizado nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2026 na cidade de Dom Pedrito/RS
As inscrições devem ser encaminhadas até às 24 horas do dia 14 de setembro de 2026.
Publicamos a seguir, uma síntese do Regulamento do festival. Confiram;
1. A linha Musical do 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha é a música tradicional do Rio Grande do Sul, falando da lida no campo, do amor, do convívio social, da história, etc., sempre respeitando seus ritmos e variações. 
2. Poderão participar do 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha, compositores de qualquer parte do país ou estrangeiros, desde que se submetam a este regulamento.  
3. Cada autor poderá inscrever, no máximo, (05) cinco composições, individualmente ou em parceria, podendo ter apenas uma composição classificada, independentemente da forma de autoria. 
4. As composições deverão ser enviadas exclusivamente, via FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO disponibilizado no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfwFFomljj5gUeM5AwQrJ-FojXg4qqIMYydWUrU32DI1YaYzg/viewform?pli=1
5. O Formulário de Inscrição deverá ser preenchido com todos os dados solicitados.  
6. É necessário o envio de 1 (uma) música por formulário, somente em formato MP3, com cópia da letra em arquivo PDF (sem identificação dos autores). 
7. As composições deverão ser inéditas, entendendo-se como tal aquelas não gravadas ou publicadas pelos seus autores em qualquer meio de veiculação (mídia física ou digital). 
8. Poderão ser inscritas composições que já tenham participado de outros festivais ou eventos do gênero, desde que não tenham recebido premiação (principal ou paralela) e não tenham sido apresentadas no palco do Ponche Verde da Canção Gaúcha em nenhuma de suas cinco edições anteriores (as composições não podem ter participado da 36ª, 37ª, 38ª, 39ª e 40ª edições do Ponche Verde). 
9.  São itens indispensáveis para a inscrição, sob pena de desclassificação automática na triagem: 
I. Preenchimento do Formulário Online de Inscrição, através do link:
II. Cópia da letra constando apenas o título e o ritmo da composição, sendo excluída a que for identificada. Encaminhar como: Letra: nome da música. (Formato PDF); 
III. Gravação de áudio da música em formato mp3. Encaminhar como: Áudio: nome da música. (Formato MP3). 
10. Serão classificadas, na triagem, 14 (quatorze) composições para apresentação no palco do 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha, no dia 7 de novembro de 2026, a partir das 20h. As composições selecionadas serão divulgadas nos canais oficiais do festival e nos demais meios de comunicação locais, e suas apresentações serão transmitidas ao vivo pelas páginas do Ponche Verde no Facebook e no YouTube. 
11.  As 10 (dez) composições classificadas para a final, cujos resultados serão divulgados em 7 de novembro de 2026, somar-se-ão às composições classificadas na 25ª Mostra do Canto Campeiro para disputar a grande finalíssima do 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha, em 8 de novembro de 2026. As apresentações serão transmitidas pelas páginas oficiais do festival no Facebook e no YouTube. 
12. Os músicos e intérpretes, masculinos e femininos, obrigatoriamente, deverão apresentar-se devidamente pilchados, com a indumentária típica do Rio Grande do Sul, bem como dos demais países que compõem a macrorregião do Pampa (Argentina/Uruguai) – o gaúcho sem descaracterização, admitindo-se traje de época, desde que fundado em pesquisas legais, não sendo permitida qualquer descaracterização, como o uso de tênis, camisetas, bonés, baby look, etc. O traje feminino fica limitado a vestido de prenda ou saia longa (pilchas femininas) e blusa sem decotes ou transparências. Os casos omissos serão avaliados pela comissão organizadora. 
13. A cada composição selecionada atribuir-se-á uma ajuda de custo (direito autoral e de arena) no valor de R$ 4.000,00 (quatro mil reais). 
14.  As 10 (dez) composições classificadas para a etapa final receberão o valor de R$ 1.000,00 (mil reais).
15. Cada participante, seja como intérprete, instrumentista ou em ambas as funções, poderá defender, no máximo, duas composições concorrentes no palco do 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha
16. O participante que atuar como intérprete em uma composição poderá integrar somente mais uma apresentação, seja como intérprete — individualmente, em dupla ou em grupo —, seja como instrumentista. 
17. Na composição dos grupos que defenderão os trabalhos pré-classificados, serão aceitos no mínimo 04 (quatro) músicos e no máximo 09 (nove) músicos no palco, incluindo intérpretes e instrumentistas. 18. Cada intérprete poderá defender apenas 01 (uma) composição solo e outra em parceria com 01 ou mais intérpretes, não sendo permitida a interpretação individual de mais de uma composição. 
19. As passagens de som das composições classificadas serão realizadas no dia 7 de novembro de 2026, das 14h às 19h, no local do evento, conforme cronograma previamente divulgado pela Comissão Organizadora. 
20. A premiação do 41º Ponche Verde da Canção Gaúcha, será: 
1º Lugar: Troféu + R$ 5.000.00 
2º Lugar: Troféu + R$ 3.000.00 
3º Lugar: Troféu + R$ 2.000.00 
Música Mais Popular: Troféu + R$ 1.000.00 
Melhor Letra: Troféu + R$ 500,00 
Melhor Melodia: Troféu + R$ 500,00 
Melhor Intérprete: Troféu + R$ 500,00 
Melhor Instrumentista: Troféu + R$ 500,00 
Melhor Tema Campeiro: Troféu + R$ 500,00 

Comissão Avaliadora: 
Evair Gomez
José Maurício Rigon
Matheus Leal
Pirisca Grecco
Salim Severo 

domingo, 2 de agosto de 2026

FALECE BAGRE FAGUNDES

Na tarde deste domingo, 02 de agosto, falece em Porto Alegre, o advogado, cantor e compositor Bagre Fagundes, autor de uma das músicas mais conhecidas do Rio Grande do Sul, Canto Alegretense, composta em parceria com seu irmão Nico Fagundes, com quem também criou a canção Origens, utilizada por vários anos como característica do Programa Galpão Crioulo da RBS TV.
Dedilhando sua gaita de oito baixos de botão, Bagre atuou por longos anos como integrante do Grupo Os Fagundes, juntamente com seus filhos Neto, Ernesto e Paulinho Fagundes. Antes disso, fez parte d’Os Angueras e do Grupo Inhanduy.
A admiração recíproca entre Bagre e seus filhos era notória, tanto que, em 2025, Os Fagundes produziram um espetáculo no Teatro do Bourbon Country, em homenagem ao patriarca do clã.
Casado com Marlene Vilaverde Fagundes, Bagre tinha quatro filhos:  Neto, Ernesto, Paulinho e Luciana.
Euclides Fagundes Filho, o Bagre Fagundes, nasceu em Uruguaiana/RS, no dia 03 de outubro de 1939, tinha, portanto 86 anos de idade.
O Blog Ronda dos Festivais lamenta muito esta perda significativa para a música do RS. Que Deus conforte seus familiares e amigos.  

4º PARADOR DA POESIA CRIOULA - VERSOS CLASSIFICADOS

Na tarde deste domingo, foram revelados os títulos e os autores dos 10 (dez) poemas classificados para o 4º Parador da Poesia Crioula de Bagé, festival de versos inéditos, que acontecerá no dia 21 de novembro de 2026, no Palacete Pedro Osório.  Na mesma data e local será realizada a 2ª Mostra Parador Piá.
O homenageado desta edição é o poeta bageense Dorval Dias.
Produzido e coordenado pelo declamador Chico Azambuja, o festival conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Bagé, Secretaria de Cultura e Grupo Poesia Crioula. A comissão avaliadora será formada por Alcindo Neckel, Eliezer Tadeu Dias de Souza e Athos Ronaldo Miralha da Cunha. 

POEMAS CLASSIFICADOS
1. DEPOIS DO COMBATE
Autor: Rafael Ferreira 
2. DE TEMPO, TROPA E TROPEIRO
Autor: Giba Trindade 
3. FANTASMAS
Autora: Bibiana Alves 
4. LINHAGEM
Autor: Edson Marcelo Spode 
5. LOS BLANCOS DE VILLEGAS
Autor: Moisés Silveira de Menezes
6. OFÍCIO DAS ALMAS QUE ANDAM EM CAMPO ABERTO
Autor: Adriano Medeiros
7. PELO OLHAR DA CINA-CINA
Autor: Sandro Maia 
8. POTREIRO DE MIM
Autor: Matheus Costa
9. ROMANCE DO ABANDONADO
Autor: Mateus Neves da Fontoura/Carlos Omar Villela Gomes
10. TORQUATO
Autor: Otávio Severo

sábado, 1 de agosto de 2026

OS DESTAQUES DA 46ª COXILHA NATIVISTA

Lisandro Amaral e André Teixeira interpretaram a música vencedora
Por volta de um hora da manhã deste domingo, 02 de agosto, foram anunciados os destaques da 46ª Coxilha Nativista, festival de canções inéditas que aconteceu desde o dia 27 de julho no Ginásio Municipal da cidade de Cruz Alta/RS. As atividades de sábado, 01 de agosto, iniciaram as 20 horas com a 9ª Coxilha Instrumental, tendo como atração o acordeonista Renato Fagundes. 
Na sequência, o palco foi ocupado pelas 15 (quinze) músicas finalistas, sendo 5 (cinco) da Fase Local e 10 (dez) da Fase Geral da 46ª Coxilha.  Encerada a mostra competitiva, enquanto a comissão avaliadora, constituída por Eduardo Muñoz, Emerson Martins, Eron Carvalho, Fernando Carvalho e João Paulo Deckert, se reunia para definir a premiação do festival, o publico pode apreciar ao espetáculo do grupo Os Comp4adres, formado pelos cantores Analise Severo, Jean Kirchoff,  Arison Martins e Emerson Martins.
A apresentação coube a talentosa dupla formada por Anelise Nicolodi e Zeca Amaral.
Na direção de palco, o sempre competente Rico Bertoletti.

Confiram a premiação da 46ª Coxilha Nativista:

Primeiro Lugar: 
POTREADOR
Ritmo: Chamarra
Letra: Lisandro Amaral
Melodia: André Teixeira
Interpretação: Lisandro Amaral e André Teixeira
Músicos:
Violão e Vocal: Gabriel Jardim
Violão e Vocal: Odair Teixeira
Violão: Matheus Alves
Guitarrón: André Teixeira
Gaita Botonera: João Vitor Nunes
Acordeon: Evandro Pires
Contrabaixo e Vocal: Pedro Terra

Segundo Lugar: 
QUERÊNCIA E DESTINO
Ritmo: Milonga
Letra: Matheus Bauer
Melodia: Felipe Goulart
Interpretação: Joca Martins e Juliana Spanevello
Músicos:
Violão: Yuri Menezes
Violão: Felipe Goulart 
Acordeon: Ricardo Comassetto
Flauta Transversal: Charlise Bandeira
Contrabaixo: Marcello Caminha Filho

Terceiro Lugar: 
O MEU ÚLTIMO CACHORRO
Ritmo: Milonga
Letra: Marcio Nunes Corrêa
Melodia: Ricardo Rosa
Interpretação: Marcelo Oliveira
Recitado: Marcio Nunes Corrêa
Músicos:
Violão: Higor Estremera
Violão: Gustavo Otesbelgue
Violão: Gabriel Extremera
Gaita Botoneira: Ricardo Comassetto
Contrabaixo: Ricardo Silva

Música Mais Popular: 
NA BAILANTA DO JOÃO GUARDA
Ritmo: Mazurca
Letra: Jorge Luis Carneiro
Melodia: Alisson Tiago Araujo
Interpretação: Guaikika
Músicos:
Violão: Sinval Araujo
Violão: Beto Barcellos
Acordeon: André Dallabrida
Contrabaixo: Guilherme Araujo
Percussão: Jean Zanrosso

Melhor Tema Alusivo às Missões: 
EM CADA NOTA UMA CRUZ
Ritmo: Milonga
Letra: Leonardo Quadros
Melodia: Guilherme Castilhos
Interpretação: Ângelo Franco
Músicos:
Violão: Guilherme Castilhos
Violão: Leonardo Quadros
Gaita Botoneira: Jonei Wrasse
Violino: Pedro Kaltbach
Violoncelo: Guto Dossa
Contrabaixo: Cássio Castilhos

Melhor Intérprete:  
DANIEL SILVA
Música: Roseira

Melhor Instrumentista:
GUILHERME CASTILHOS
Instrumento: Violão
Música: Em Cada Nota Uma Cruz

Melhor Letra:  
QUERÊNCIA E DESTINO
Autor: Matheus Marchezan Bauer

Melhor Arranjo: 
UM TOSTADO POR HERANÇA
Autor: Cássio Figueiró

Melhor Melodia: 
POTREADOR
Autor: André Teixeira

Melhor Conjunto Vocal: 
NO ACONCHEGO DO GALPÃO
Interpretação: Germano Fogaça, Sinval Araujo e Grupo

Melhor Indumentária:  
ANDRÉ TEIXEIRA


O Blog Ronda dos Festivais cumprimenta a comissão organizadora da Coxilha pelo profissionalismo, a comissão avaliadora pela excelente qualidade das obras selecionadas e aos autores, músicos e intérpretes concorrentes pelo altíssimo nível de suas atuações nas três noites de festival.   
Parabéns!

O NATIVISMO PERDEU ADÃO QUINTANA VIEIRA

Ontem, 31 de julho, enquanto o nativismo era celebrado em Cruz Alta com a realização de mais uma grande edição da Coxilha Nativista, morria em Porto Alegre 
um dos personagens marcantes deste segmento musical, músico e compositor uruguaianense Adão Quintana Vieira, reconhecido como uma referência para a música do Rio Grande do Sul.  A notícia abalou seus amigos e colegas de profissão, além de consternar seus familiares, evidentemente. 
Adão consolidou seu nome como um dos mais importantes compositores da música nativista. Sua trajetória artística esteve significativamente ligada ao Grupo Parceria, fundado há mais de trinta anos e reconhecido como um dos elencos mais premiadas dos festivais nativistas do Rio Grande do Sul. Ao lado do irmão, João Quintana Vieira, desenvolveu uma parceria que resultou em páginas musicais marcantes inspiradas no cotidiano do homem do campo, nas tradições do pampa e nas lendas missioneiras.
Recentemente uma de suas canções, a chamarra intitulada Missões, Verdade e Legenda, em parceria com Nenito Sarturi, conquistou o Primeiro Lugar da 7ª Jornada Nativista de Caibaté e foi escolhida como a Melhor Música do primeiro semestre pelo grupo virtual Loucos Por Festivais.
Além dessas, Adão compôs outras obras vencedoras tais como: Tropeiro do Futuro, Peão das Horas, Homens de Ontem, Quem São Eles, Negro Farrapo Lanceiro, Aos Cavalos Farroupilhas, No Dia em Que eu me For, Andarengo  entre outras.
A cerimônia de despedida será realizada neste sábado, 1º de agosto a partir das 16h, na Sala 1 do Complexo  Angelos Oeste, em Uruguaiana. O sepultamento está marcado para domingo, 02 de agosto, às 10h, no Cemitério Municipal Nossa Senhora de Santana.
Adão Santos Quintana Vieira, nasceu em 03 de maio de 1956, em Uruguaiana. Tinha portanto, 70 anos de idade.

46ª COXILHA NATIVISTA: GRANDE FINAL NESTE SÁBADO

Após três noites eliminatórias, foram definidas as 15 (quinze) músicas que serão reapresentadas na noite deste sábado, 01 de agosto, na condição de finalistas da 46ª Coxilha Nativista de Cruz Alta.  A programação de hoje, inicia as 20 horas com a performance do acordeonista Renato Fagundes, abrilhantando a 9ª Coxilha Instrumental. Na sequência, sobem ao palco as composições finalistas da 46ª Coxilha e, logo em seguida, tem o espetáculo d'Os Comp4adres, grupo formado por Analise Severo, Jean Kirchoff, Arison Martins e Emerson Martins, antecedendo a divulgação do resultado do festival. 
O canal Chasque Gaúcho, no Youtube, transmitirá a final da Coxilha ao vivo. Para acompanhar, basta clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=vxvwZh3A1rk

As 15 canções finalistas da 46ª Coxilha, já na ordem de apresentação, são as seguintes:
1. TEU JEITO
Ritmo: Milonga
Letra: Fábio Maciel
Melodia: Juliano Moreno
Interpretação: Juliano Moreno
2. NA BAILANTA DO JOÃO GUARDA
Ritmo: Mazurca
Letra: Jorge Luis Carneiro
Melodia: Alisson Tiago Araujo
Interpretação: Guaikika
3. POTREADOR
Ritmo: Chamarra
Letra: Lisandro Amaral
Melodia: André Teixeira
Interpretação: Lisandro Amaral e André Teixeira
4. SEM TEMPO NO TEMPO
Ritmo: Valsa
Letra: Helena Fontana (in memorian)
Melodia: Sérgio Rosa
Interpretação: Igor Tadielo
5. O MEU ÚLTIMO CACHORRO
Ritmo: Milonga
Letra: Marcio Nunes Corrêa
Melodia: Ricardo Rosa
Interpretação: Marcelo Oliveira
Recitado: Marcio Nunes Corrêa
6. QUERÊNCIA E DESTINO
Rtimo: Milonga
Letra: Matheus Bauer
Melodia: Felipe Goulart
Interpretação: Joca Martins e Juliana Spanevello
7. NOSSOS OLHOS
Ritmo: Chamamé
Letra: Lenir Prates
Melodia: Taine Schettert
Interpretação: Taine Schettert
8. EM CADA NOTA UMA CRUZ
Ritmo: Milonga
Letra: Leonardo Quadros
Melodia: Guilherme Castilhos
Interpretação: Ângelo Franco
9. CANTIGA DE PASSARINHO
Ritmo: Toada
Letra: Diego Müller/Martin César
Melodia: Evandro Zamberlan
Interpretação: Wilson Paim/Daniel Torres
10. NO ACONCHEGO DO GALPÃO
Ritmo: Milonga
Letra: Luiz Onério Pereira
Melodia: Sinval Araujo
Interpretação: Germano Fogaça e Sinval Araujo
11. PAIXÕES DO TEMPO E O VENTO
Ritmo: Milonga
Letra: Joel de Freitas Paulo
Melodia: Nirion Machado/ Jonatan Machado (in memorian)
Interpretação: Lú Schiavo e Fillipi Coelho
12. ROSEIRAS
Ritmo: Milonga
Letra: Rafael Xavier
Melodia: Cristian Camargo
Interpretação: Daniel Silva
13. A VOLTA
Ritmo: Milonga
Letra: Elias Felipe Corrêa
Melodia: Elias Felipe Corrêa
Interpretação: Kauê Diaz e Germano Fogaça
14. JOÃO LEVA ESSE CHASQUE
Ritmo: Milonga
Letra: André Abreu
Melodia: Nando Soares
Interpretação: Pedro Agertt
15. UM TOSTADO POR HERANÇA
Ritmo: Chamarra
Letra: Maximiliano Alves De Moraes
Melodia: Cássio Figueiró
Interpretação: Cristiano Fantinel

sexta-feira, 31 de julho de 2026

"PEITAÇO - MULHERES E CANÇÕES" CHEGA A SANTA MARIA

Após reunir centenas de pessoas no Teatro Bruno Kiefer, em Porto Alegre, e na tradicional Coxilha de Cruz Alta, o projeto Peitaço - Mulheres e Canções chega a Santa Maria para dois dias de programação. 
No dia 5 de agosto será realizada a oficina de composição Da Mulher Cantada à Mulher Compositora, as 16h, no Atleliêr Estação, com inscrições gratuitas pelo Sympla.  O espetáculo musical feminino acontece no Theatro Treze de Maio, dia 06 de agosto, com ingressos a R$ 30,00 também pelo Sympla. 
Shana Muller: idealizadora do Peitaço 
Idealizada pela jornalista e cantora Shana Müller, a iniciativa percorre o Rio Grande do Sul em uma turnê inédita que reafirma o papel transformador e criativo da mulher no cancioneiro sul-rio-grandense, com encerramento marcado para agosto, em Montenegro.Mais do que um espetáculo itinerante, o Peitaço tem como premissa deixar um legado duradouro na cena cultural. A oficina gratuita de composição musical Da Mulher Cantada à Mulher Compositora surge como o coração pedagógico do projeto, estimulando o surgimento de novas autoras e garantindo que cada vez mais mulheres ocupem espaços de criação e festivais de música nativista. 
Conduzida por Bianca Bergmann, com abertura de Shana Müller e Su Paz, a oficina abrange desde técnicas de escrita e criação melódica até trocas de experiências e processos criativos em grupo, sendo voltada para artistas, estudantes e simpatizantes, com ou sem experiência prévia.
No palco do Theatro Treze de Maio, o espetáculo Peitaço - Mulheres e Canções promove um resgate histórico e afetivo, mesclando canções inéditas nascidas nos encontros de imersão do coletivo com obras fundamentais que marcaram a trajetória feminina na música regional. 
O elenco rotativo é composto pelas artistas: Shana Müller, Su Paz, Loma, Analise Severo, Lizzi Barboza, Janaína Maia, Nair Teresinha, Adriana Sperandir, Patrícia Pedrozo, Paola Matos, Oristela Alves, Camila Lima, Caroline Lima, Charlise Bandeira, Mariana Freddo, Gabi Strücker, Luiza Gomes, Maria Alice, Ana Cláudia Rizzato, Gisele Guimarães, Eunice Pohlmann, Bibiana Alves, Rita Mauch, Sabri Antunes, Stella Maris, Fátima Gimenez, Ariane Wink, Bibiana Petek, Ana Lindmann, Bianca Bergmann, Fernanda Irala e Júlia Pezzi.

SERVIÇO:
OFICINA: Da Mulher Cantada à Mulher Compositora
Quando: 5 de agosto (quarta-feira)
Horário: 16h
Onde: Ateliê da Estação (Rua Manoel Ribas, 1900, Centro — Santa Maria/RS

SHOW:  Peitaço - Mulheres & Canções Santa Maria
Quando: 6 de agosto (quinta-feira)
Horário: 20h
Onde: Theatro Treze de Maio, Praça Saldanha Marinho, s/n.
Ingressos: R$ 30,00 inteira / R$ 15,00 meia

Idealização e Direção Artística: Shana Müller

Produção Executiva: Andressa Camargo

Concepção e Produção Musical: Su Paz

Direção Musical: Ariane Wink

Realização e Produção: GM/2 Música / Shana G. Müller Produções

Assessoria de Imprensa: Tatiana Roesler 
(51) 999.656.938 
tatiroesler@gmail.com

Fotos: Lucas Nunes

46ª COXILHA NATIVISTA - SEGUNDA NOITE DA FASE GERAL

A Fase Geral da 46ª Coxilha Nativista de Cruz Alta prossegue, a partir das 20 horas desta sexta-feira, 31 de julho, com a apresentação de mais 10 (dez) músicas inéditas, logo após o show de abertura do trio argentino  Dos Mas Uno, atração da 9ª Coxilha Instrumental No enceramento da noite,  haverá o espetáculo estrelado pelo cantor Cristiano Quevedo. Logo após o show, serão anunciadas as canções que retornarão ao palco da 46ª Coxilha na noite de sábado, 01 de agosto, na condição de finalistas do festival.
As músicas que concorrem na noite de hoje são as seguintes: 

1. QUERÊNCIA E DESTINO
Rtimo: Milonga
Letra: Matheus Bauer
Melodia: Felipe Goulart
Interpretação: Joca Martins e Juliana Spanevello
Músicos:
Violão: Yuri Menezes
Violão: Felipe Goulart 
Acordeon: Ricardo Comassetto
Flauta Transversal: Charlise Bandeira
Contrabaixo: Marcello Caminha Filho
2. O MOÇO NUNCA ENVELHECE
Ritmo: Milonga
Letra: Matheus Bauer
Melodia: Paulo Junior
Interpretação: Matheus Pimentel
Músicos:
Violão: Felipe Goulart
Violão: Lucas Grassi
Acordeon e Vocal: Thierry Robalo
Flauta Transversal:  Charlise Bandeira
Contrabaixo e Vocal:  Gustavo Brodinho
3. POTREADOR
Ritmo: Chamarra
Letra: Lisandro Amaral
Melodia: André Teixeira
Interpretação: Lisandro Amaral e André Teixeira
Músicos:
Violão e Vocal: Gabriel Jardim
Violão e Vocal: Odair Teixeira
Violão: Matheus Alves
Guitarrón: André Teixeira
Gaita Botonera: João Vitor Nunes
Acordeon: Evandro Pires
Contrabaixo e Vocal: Pedro Terra
4. SANTO NATURAL
Ritmo: Milonga Canção
Letra: Mauro Nardes
Melodia: Taine Schettert
Interpretação: Taine Schettert e Alex Moreira
Músicos:  
Violão e Vocal: Igor Tadielo
Piano: Diogo Matos
Acordeon: Cássio Figueiró
Flauta: Gil Soares
Contrabaixo: Gustavo Dill
Percussão: Tasso Canaparro
5. VERSO É TROPA, EU TROPEIRO
Ritmo: Milonga
Letra: João Pedro Rossi/Fábio Neuls
Melodia: Mattheus Bicca
Interpretação: Joca Martins
Músicos:
Violão e Vocal: Odair Teixeira
Violão e Vocal: Roberto Borges
Acordeon: Evandro Pires
Guitarron e Vocal: Matheus Pimentel
Contrabaixo: Matheus Bica
6. QUEM ENVELHECE É O ESPELHO
Ritmo: Chamamé
Letra: César Gomes
Melodia: Matheus Alves
Interpretação: Cesar Gomes e Ângelo Franco
Músicos:
Violão: Matheus Alves
Violão: Márcio Rosado
Acordeon: Glauco Vieira
Contrabaixo: Marcelinho Caminha
7. ENTRE UM PEALO E OUTRO
Ritmo: Milonga
Letra: Juliano Costa dos Santos
Melodia: Felipe Leal
Interpretação: Cristiano Fantinel e Kayke Mello
Músicos:  
Violão: Felipe Leal
Violão: Higor Estremera
Violão: Yuri Menezes
Guitarrón: Eduardo Villasneto
Contrabaixo: Gabriel Extremera
Recitado: Juliano Santos
8. SEU GENUÍNO
Ritmo: Milonga
Letra: Gujo Teixeira
Melodia: Juliano Javoski
Interpretação: Jamesson Abreu e Diego Machado
Músicos:
Violão: Matheus Krummenauer
Violão: Eduardo Villasneto
Acordeon: Diego Machado
Contrabaixo: Kayke Mello
9. SEM TEMPO NO TEMPO
Ritmo: Valsa
Letra: Helena Fontana (in memorian)
Melodia: Sérgio Rosa
Interpretação: Igor Tadielo
Músicos:
Violão: Sabani Felipe de Souza
Violão: Evandro Zamberlan
Acordeon: Sérgio Rosa
Flauta: Ana Cláudia Rizzato
Contrabaixo: Edem Frós
10. PAIXÕES DO TEMPO E O VENTO
Ritmo: Milonga
Letra: Joel de Freitas Paulo
Melodia: Nirion Machado/ Jonatan Machado (in memorian)
Interpretação: Lú Schiavo e Fillipi Coelho
Músicos:
Violão Solo: Halber Lopes
Violão: Nirion Machado
Acordeon: Guilherme Goulart
Contrabaixo: Xuxu Nunes
Percussão:
Marcelinho Freitas