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terça-feira, 28 de julho de 2020

REFLEXÃO SOBRE PATROCÍNIOS CULTURAIS


Semana passada, num destes telejornais, assisti e prestei bem atenção numa matéria que destacava o expressivo aumento no consumo de erva-mate e de chás, durante o período de pandemia. O chimarrão em cuias individuais, recomendado pelas autoridades sanitárias, é a principal razão para esse incremento nas vendas.
Entrevistados, alguns proprietários de ervateiras revelaram números e cifras que justificam as expressões de felicidade em seus semblantes.
Segundo um destes ervateiros, houve um acréscimo de 14 a 20 por cento na comercialização de erva e de 8 por cento na venda de chás.
Fiquei feliz com essa notícia. Pelo menos um dos segmentos ligados ao gauchismo está conseguindo se manter e até mesmo expandir-se.
Além de propagar uma boa nova, esse relato serve também para uma reflexão, a partir desta outra narrativa que gostaria de dividir com os amigos.
No período entre 28 de maio e 11 de junho, ainda sem saber do recente sucesso das referidas indústrias, utilizei as ferramentas disponíveis na internet e enviei para todas as ervateiras do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, um plano comercial cujo teor solicitava patrocínio para o programa Ronda dos Festivais, que eu produzo e apresento semanalmente na grade de atrações de 45 emissoras, a maioria delas instaladas nestes três estados.
Remeti o material para 145 ervateiras, por email, por whats app e por messenger. Adivinhem quantas respostas eu recebi... cinco, todas negativas. As outras 140 destinatárias simplesmente ignoraram a minha mensagem, apesar dos argumentos apresentados, do excelente aproveitamento oferecido e do custo irrisório de R$ 0,60 por comercial, isso mesmo, sessenta centavos por comercial.
As cinco empresas que responderam negativamente a minha proposta, alegaram falta de verba para divulgação em decorrência da redução do faturamento. Opa. Tão mentindo pro tio!
Tais argumentos vão por terra a partir do instante em que ficamos sabendo que esses empresários estão “loco de faceiro” porque o consumo de erva-mate cresceu e os seus ganhos financeiros aumentaram.
Senhores ervateiros. Vocês tem toda a liberdade de não anunciar seus produtos no meu programa. Eu entendo e aceito este fato. Mas, por favor, evitem apresentar falsas razões para dizer não. E por favor, tenham a gentileza de responder às minhas mensagens.
Um não é muito mais digno do que a indiferença.

Baita abraço a todos.
Jairo Reis
Apresentador do programa Ronda dos Festivais

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