TOTAL DE ACESSOS

5º CORDEIRAÇO DA CANÇÃO NATIVA E 2º CORDEIRAÇO MIRIM

5º CORDEIRAÇO DA CANÇÃO NATIVA E 2º CORDEIRAÇO MIRIM
5º Cordeiraço da Canção Nativa e 2º Cordeiraço Mirim - De 11 a 13 de abril de 2025 - Santa Margarida do Sul/RS - Clica na imagem acima e confere as canções classificadas

AGENDA NATIVISTA 2025

AGENDA NATIVISTA 2025
Clica na imagem e confere as datas de realização dos festivais de música e de poesia previstos para o ano de 2025.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

RODOVIA CENAIR MAICÁ

Parabéns ao Deputado Luiz Marenco e sua equipe de Assessores por esta valorosa iniciativa de prestar merecida homenagem a um dos mais importante artistas do Rio Grande do Sul: Cenair Maicá.    

Luiz Marenco é um dos nomes mais fulgurantes da música regional gaúcha e muito de sua trajetória artística foi pavimentada com experiência adquirida por ele nos palcos dos festivais nativistas.
Confiram o chasque que recebemos de sua competente Assessora de Imprensa, jornalista Mariana Pires.



Foi sancionado, no dia 22/07/2020, pelo governador do Estado o PL 457/2019, de autoria do deputado Luiz Marenco (PDT), que denomina de "Rodovia Cenair Maicá" a estrada ERS-536A, em toda a sua extensão de 40,82 km, desde o município de Mato Queimado, passando por Caibaté, até município de São Miguel das Missões.
Cenair Maicá foi um cantor, músico e compositor, considerado como um dos mais importantes artistas do sul do Brasil, referência da música gaúcha. Oriundo de uma família de músicos e intérpretes, sendo o mais consagrado deles, teve uma trajetória meteórica, uma obra de poucos discos em virtude de sua morte prematura, mas de fundamental importância no cenário poético-musical do Rio Grande do Sul. Gravou com Noel Guarany o compacto Filosofia de Gaudério e o CD Troncos Missioneiros, com Jayme Caetano Braun, Noel Guarany e Pedro Ortaça. Individualmente, registrou mais cinco discos, dentre os quais, Canto dos Livres, o mais consagrado de seus trabalhos, no qual pode expressar sua maturidade artística.
Cenair foi cantor das águas, dos rios, das matas e das missões. Suas obras são recheadas de símbolos ecológicos e sociais. Possuem características missioneiras dos dois lados do Rio Uruguai, retratando as vivências do homem civil na sua construção artística.
“Tive a grata oportunidade de conhecê-lo, de tê-lo como uma das minhas influências e de agora poder homenagear este grande artista e grande gaúcho. Exaltar o seu nome é buscar fazer com que seu legado esteja, para sempre, eternizado na memória cultural do Rio Grande do Sul e que sua obra e mensagem permaneçam vivas também para as próximas gerações”, diz Marenco.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixa teu comentário, mas por favor, te identifica.
Grato e um baita abraço.