41º PONCHE VERDE

41º PONCHE VERDE
41º Ponche Verde da Canção Gaúcha - Dias 06, 07 e 08 de novembro - Dom Pedrito/RS - Clica na imagem e confere os concorrentes.

16º CANTO SEM FRONTEIRA

16º CANTO SEM FRONTEIRA
16º Canto Sem Fronteira - Dias 13, 14 e 15 de novembro de 2026 - Bagé/RS - Clica na imagem e confere as músicas classificadas.

3º BALSEIROS DA CANÇÃO NATIVA

3º BALSEIROS DA CANÇÃO NATIVA
3º Balseiros da Canção Nativa - Dias 20 e 21 de novembro de 2026 - Chapecó/SC. Clica na imagem e confere as músicas classificadas

O SUL CANTA AS MISSÕES

O SUL CANTA AS MISSÕES
O Sul Canta as Missões. De fevereiro a maio de 2027. Clica na imagem e confere o regulamento.

AGENDA NATIVISTA 2026

AGENDA NATIVISTA 2026
Clica na imagem e confere a AGENDA NATIVISTA DO 2º SEMESTRE DE 2026.

sexta-feira, 6 de novembro de 2026

O "RECITADO" DURANTE UMA MÚSICA: ÉS A FAVOR OU CONTRA ?

Já faz algum tempo que os recitados tem sido utilizados pelos autores quando da apresentação de suas músicas nos palcos dos festivais. Percebemos, no entanto, que em 2026 esta forma de interpretação, que mescla canto e declamação, tornou-se bem sucessivo.
Um breve levantamento que fizemos revelou que em 22 (vinte e dois) dos 36 (trinta e seis) festivais de canções inéditas realizados até 31 de outubro, foram a palco 34 (trinta e quatro) composições com pausas para recitados na sua exibição, consideradas apenas as noites finais. Quase uma música com recitado para cada finalíssima.  
Na maioria absoluta das oportunidades, os versos são declamados pelos próprios autores das letras. Os recitadores mais frequentes são: Adriano Alves, Anomar Danúbio Vieira, Evair Gomez, José Maurício Rigon, Pedro Junior da Fontoura, Rogério Villagran e Xiru Antunes, todos brilhantes poetas e talentosos intérpretes de poemas.   
Nas resenhas posteriores às transmissões de festivais, notadamente em grupos de whatsapp e nos comentários endereçados ao Blog, não são raras as manifestações de pessoas contrárias a este estilo de apresentação, que combina música e recitado. Outras, por sua vez, entendem que a declamação empresta mais emoção à obra defendida no palco e sua utilização é um aspecto positivo da performance.

E o prezado leitor, tem opinião formada sobre esta prática que cresce a cada ano nos palcos dos festivais?

Quanto aos autores citados e não citados, manifestamos nosso desejo de recebermos suas declarações sobre o tema.

Vamos proseando, gauchada!

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