Já
faz algum tempo que os recitados tem sido utilizados pelos autores quando da
apresentação de suas músicas nos palcos dos festivais. Percebemos, no entanto, que
em 2026 esta forma de interpretação, que mescla canto e declamação, tornou-se bem
sucessivo.
Um breve
levantamento que fizemos revelou que em 22 (vinte e dois) dos 36 (trinta e
seis) festivais de canções inéditas realizados até 31 de outubro, foram a palco
34 (trinta e quatro) composições com pausas para recitados na sua exibição,
consideradas apenas as noites finais. Quase uma música com recitado para cada finalíssima.
Na
maioria absoluta das oportunidades, os versos são declamados pelos próprios autores
das letras. Os recitadores mais frequentes são: Adriano
Alves, Anomar Danúbio Vieira, Evair Gomez, José Maurício Rigon, Pedro Junior da
Fontoura, Rogério Villagran e Xiru Antunes, todos brilhantes poetas e talentosos intérpretes de
poemas.
Nas
resenhas posteriores às transmissões de festivais, notadamente em grupos de
whatsapp e nos comentários endereçados ao Blog, não são raras as manifestações de
pessoas contrárias a este estilo de apresentação, que combina música e
recitado. Outras, por sua vez, entendem que a declamação empresta mais emoção à
obra defendida no palco e sua utilização é um aspecto positivo da performance.
E o
prezado leitor, tem opinião formada sobre esta prática que cresce a cada ano
nos palcos dos festivais?
Quanto
aos autores citados e não citados, manifestamos nosso desejo de recebermos suas declarações sobre
o tema.
Vamos
proseando, gauchada!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixa teu comentário, mas por favor, te identifica.
Grato e um baita abraço.