O projeto Eternamente Gildo de Freitas é uma iniciativa do produtor Carlos Weiss em parceria com a produtora fonográfica Áudio Laser Music, cujo propósito é viabilizar a regravação de músicas do repertório do saudoso cantor, compositor e trovador Gildo de Freitas, interpretadas por artistas de renome no cenário atual da música nativista e regional gaúcha.
A ação está seno desenvolvida em consórcio da Áudio Laser
com os artistas e com a família Freitas.
Cada participante é responsável pela gravação da música que irá
interpretar na coletânea, arcando com as eventuais despesas de estúdio. O trabalho de masterização, mixagem e
finalização das canções é da Áudio Laser.
Num futuro breve, o faturamento alusivo a direitos autorais e conexos, será rateado entre as três partes envolvidas. Esta possibilidade de receitas é importante para a Dona Carminha, viúva de Gildo de Freitas, que aos 99 anos de idade, carece de recursos para sua subsistência. Ela está enferma e acamada, com necessidades especiais, há mais de dez anos.
Lançada exclusivamente nas plataformas digitais e de streamings, a compilação fonográfica visa também oferecer ao público consumidor de música gaúcha, notadamente aos da nova geração, a obra musical de Gildo de Freitas nas vozes de cantores, cantoras e grupos musicais com significativa atuação nesses mecanismos eletrônicos.
A meta do projeto Eternamente Gildo de Freitas é gravar e lançar e até dezembro de 2025, pelo menos 100 (cem) das 176 (cento e setenta e seis) músicas de autoria de Gildo de Freitas, registradas no banco de dados do ECAD. Atualmente, 90 artistas já se prontificaram a participar do trabalho, dentre eles alguns dos expoentes da música gaúcha, tais como:
Os Serranos, Os Monarcas, João Luiz Corrêa, Joca Martins, Jorge Guedes & Família, Wilson Paim, Tchê Garotos, Nenito Sarturi, Tchê Barbaridade, Garotos de Ouro, Regis Marques e Grupo Rodeio, Elton Saldanha, Os Fagundes, João de Almeida Neto, Grupo Minuano, Cesar Oliveira & Rogério Mello, Oswaldir Souto, Tchê Guri, Tchê Chaleira, Cristiano Quevedo, Xiru Missioneiro, Grupo Quero-Quero, Érlon Péricles, Mano Lima, Chiquito e Bordoneio, Dionísio Costa & Du Antunes, Paquito e Jóia, Os Mirins, Marcello Caminha, Grupo Som do Sul, Pirisca Grecco, Os Mateadores, Volmir Dutra, Paullo Costa, Oscarzinho Soares, Os Três Xirús, Grupo Oh de Casa, Leandro Berlesi, Capitão Faustino, Nardel Silva e tantos outros que estão aderindo à essa homenagem.
Os lançamentos das músicas iniciaram em dezembro de 2023, sempre
ás sextas feiras, com exceção da faixa Definição
do Grito, interpretada por Walther
Morais, que foi disponibilizada numa segunda-feira, 04 de dezembro, por ser
o Dia do Trovador e do Cantor Regionalista. De lá pra cá, outras 17 (dezessete) composições já foram veiculadas nas plataformas.
O grande desafio é, igualmente, mostrar ao público outras composições de Gildo, não tão conhecidas como as que se tornaram clássicos. Para surpresa do produtor, os próprios artistas estão sugerindo canções com as quais se identificam, como os casos de Carlos Magrão, que se prontificou a fazer uma releitura da música Prova de Amor, de Jorge Guedes, que na hora já pediu para interpretar Rancho Vazio, de Érlon Péricles, que solicitou Pinheiro Sagrado e Os Fagundes, que naturalmente reivindicaram Saudades de Alegrete.
Além da publicação de todas as músicas nas plataformas, a proposta, segundo o produtor Carlos Weiss, é de promover, ainda em 2025, um grande evento, reunindo todos os artistas participantes da coletânea, cantando as músicas de Gildo de Freitas e, no final, para fechar com chave de ouro, todos eles no palco interpretando o clássico Eu Reconheço Que Sou Um Grosso.
A coletânea
Eternamente Gildo de Freitas pode ser apreciada nas seguintes plataformas:
Num futuro breve, o faturamento alusivo a direitos autorais e conexos, será rateado entre as três partes envolvidas. Esta possibilidade de receitas é importante para a Dona Carminha, viúva de Gildo de Freitas, que aos 99 anos de idade, carece de recursos para sua subsistência. Ela está enferma e acamada, com necessidades especiais, há mais de dez anos.
Lançada exclusivamente nas plataformas digitais e de streamings, a compilação fonográfica visa também oferecer ao público consumidor de música gaúcha, notadamente aos da nova geração, a obra musical de Gildo de Freitas nas vozes de cantores, cantoras e grupos musicais com significativa atuação nesses mecanismos eletrônicos.
A meta do projeto Eternamente Gildo de Freitas é gravar e lançar e até dezembro de 2025, pelo menos 100 (cem) das 176 (cento e setenta e seis) músicas de autoria de Gildo de Freitas, registradas no banco de dados do ECAD. Atualmente, 90 artistas já se prontificaram a participar do trabalho, dentre eles alguns dos expoentes da música gaúcha, tais como:
Os Serranos, Os Monarcas, João Luiz Corrêa, Joca Martins, Jorge Guedes & Família, Wilson Paim, Tchê Garotos, Nenito Sarturi, Tchê Barbaridade, Garotos de Ouro, Regis Marques e Grupo Rodeio, Elton Saldanha, Os Fagundes, João de Almeida Neto, Grupo Minuano, Cesar Oliveira & Rogério Mello, Oswaldir Souto, Tchê Guri, Tchê Chaleira, Cristiano Quevedo, Xiru Missioneiro, Grupo Quero-Quero, Érlon Péricles, Mano Lima, Chiquito e Bordoneio, Dionísio Costa & Du Antunes, Paquito e Jóia, Os Mirins, Marcello Caminha, Grupo Som do Sul, Pirisca Grecco, Os Mateadores, Volmir Dutra, Paullo Costa, Oscarzinho Soares, Os Três Xirús, Grupo Oh de Casa, Leandro Berlesi, Capitão Faustino, Nardel Silva e tantos outros que estão aderindo à essa homenagem.
O grande desafio é, igualmente, mostrar ao público outras composições de Gildo, não tão conhecidas como as que se tornaram clássicos. Para surpresa do produtor, os próprios artistas estão sugerindo canções com as quais se identificam, como os casos de Carlos Magrão, que se prontificou a fazer uma releitura da música Prova de Amor, de Jorge Guedes, que na hora já pediu para interpretar Rancho Vazio, de Érlon Péricles, que solicitou Pinheiro Sagrado e Os Fagundes, que naturalmente reivindicaram Saudades de Alegrete.
Além da publicação de todas as músicas nas plataformas, a proposta, segundo o produtor Carlos Weiss, é de promover, ainda em 2025, um grande evento, reunindo todos os artistas participantes da coletânea, cantando as músicas de Gildo de Freitas e, no final, para fechar com chave de ouro, todos eles no palco interpretando o clássico Eu Reconheço Que Sou Um Grosso.
Leovegildo
José de Freitas,
conhecido no mundo artístico do Rio Grande do Sul como Gildo de Freitas, era cantor e compositor, mas notabilizou-se
como exímio repentista, sendo considerado até hoje como o Rei dos Trovadores ou o Rei
do Improviso.
Participava e era a grande atração do
Grande Rodeio Coringa, programa de rádio de grande audiência na década de 60.
Gildo gravou seu primeiro long play em 1963. Depois disso foram mais 14 (quatorze) discos ao longo da carreira. Após a sua morte, outros 10 (dez) CDs com suas canções foram produzidos.
Rivalizava em popularidade com o também
saudoso Teixeirinha. Por ironia do
destino, Gildo de Freitas viria a
falecer no dia 04 de dezembro de 1983, mesmo dia em que Teixeirinha também morreria,
dois anos mais tarde.
Em razão desta coincidência, o dia 04 de dezembro foi oficializado por lei estadual nº 8.814/89, de autoria do então deputado Joaquim Monks, como o Dia do Poeta Repentista Gaúcho e do Cantor Regionalista, em homenagem a Gildo de Freitas e Teixeirinha, dois gênios da música rio-grandense.
Gildo de
Freitas nasceu no bairro Passo da Areia, em
Porto Alegre, no dia
19 de junho de 1919. Em 1941, com 22
anos de idade, casou com dona Carminha, com quem teve 5 filhos: Jorge de Freitas, Neusa de Freitas, Paulo
Tadeu de Freitas, Ermenegildo de Freitas, José Claudio de Freitas e Eleveogildo
José de Freitas.
Gildo de Freitas faleceu em 4 de dezembro de 1982, aos 63 anos, vítima de causas naturais. Seu corpo está sepultado no Cemitério Municipal Dois de Novembro, na cidade de Viamão, onde existe um viaduto com seu nome.
Contatos para informações e entrevistas:
Carlos Weiss
(51) 984.699.983
Divulgação:
Estrelarte Comunicação e Eventos
(51) 991.194.999
Gildo gravou seu primeiro long play em 1963. Depois disso foram mais 14 (quatorze) discos ao longo da carreira. Após a sua morte, outros 10 (dez) CDs com suas canções foram produzidos.
Em razão desta coincidência, o dia 04 de dezembro foi oficializado por lei estadual nº 8.814/89, de autoria do então deputado Joaquim Monks, como o Dia do Poeta Repentista Gaúcho e do Cantor Regionalista, em homenagem a Gildo de Freitas e Teixeirinha, dois gênios da música rio-grandense.
Gildo de Freitas faleceu em 4 de dezembro de 1982, aos 63 anos, vítima de causas naturais. Seu corpo está sepultado no Cemitério Municipal Dois de Novembro, na cidade de Viamão, onde existe um viaduto com seu nome.
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