domingo, 6 de setembro de 2026

A PREMIAÇÃO DA 14ª GALPONEIRA DE BAGÉ

Cícero Fontoura, autor e intérprete da música vencedora
14ª Galponeira foi realizada nos dias 04, 05 e 06 de setembro, no Largo do Centro Administrativo da cidade de Bagé. 
Na grande final deste domingo, 6/09, subiram ao palco 10 (dez) canções, dentre as quais a comissão avaliadora, formada por  Guilherme Collares, José Daniel Telles dos Santos, Lucas Barres, Márcio Costa e Zaida Valentim, após apreciar as apresentações, definiu a seguinte premiação:
Primeiro Lugar: 
FLOREIOS
Ritmo: Milonga
Letra: Eliezer Tadeu Dias de Souza
Melodia: Cícero Fontoura
Interpretação: Cícero Fontoura
Músicos:
Marco Vieira: Acordeon
Rodrigo Rodrigues: Violão
Riva Rodrigues: Contrabaixo 

Segundo Lugar:
 BOLICHO RECUERDO
Ritmo: Vaneira
Letra: Otavio Lisboa/Felipe Bacchieri
Melodia: Jari Terres
Interpretação: Jari Terres e Fabiano Bacchieri
Músicos:
Vinicius Krinton: Violão
Everson Maré: Violão
Fernando Saalfeld: Acordeon
Negrinho Martins: Contrabaixo
Oberdan Wascow: Percussão

Terceiro Lugar:
 JUNTO À CRUZ
Ritmo: Milonga
Letra: Carlos Eduardo Nunes/Henrique Fernandes
Melodia: Matheus Bica
Interpretação: Roberto Borges
Músicos:  
Gabriel Jardim: Violão Solo e Vocal
Jorge Pereira Júnior: Guitarron e Vocal  
Gustavo Otesbelgue: Violão Solo
Ricardo Silva:  Contrabaixo Vocal
Diego Machado: Gaita Botoneira

Melhor Intérprete: 
ALEX MOREIRA
Música: Batalha dos Cinco Dias

Melhor Instrumentista: 
FERNANDO SAALFELD
Música: Bolicho Recuerdo
Instrumento: Acordeon

Melhor Letra: 
BOLICHO RECUERDO
Autores: Otavio Lisboa/Felipe Bacchieri

Melhor Melodia: 
JUNTO À CRUZ
Autor: Matheus Bica

Melhor Arranjo: 
FLOREIOS
Autor: Rodrigo Rodrigues

Um comentário:

  1. Queria saber pra onde vãoe sses festivais, essas músicas não tocam em lugar nenhum depois que acaba o festival. Parece que os compositores fazem "obras" em série, sem profundidade nenhuma...sempre a mesma formula de empolgar o público: floreio ou acordes de violão no inicio, mais do que a música pede...uma choradeira no cantar, parece que qualquer palavra precisa ser entoada como se fosse um parto, e agora ainda tem um recitado para dar mais dramaticidade ao que não é dramatico.. Na realidade se tornou uma formula pra se ganhar dinheiro entre compositores e músicos . hoje eu te julgo, amanhã sou eu o julgado. Quem achar o contrário que em esplique como que inscritas entre quase mil músicas pra triagem, passem sempre os mesmos? algo tem que ser feito pra mudar essa roda enferrujada.

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