Fátima tem uma
longa e consagrada história no nativismo gaúcho, sendo uma das precursoras
deste movimento musical que ocorre desde 1971. Em cinquenta anos de carreira,
ela venceu incontáveis festivais e conquistou inúmeros troféus de Melhor
Intérprete.
Na década de
1970, participou da fundação do Grupo Tempero, de grande atuação na música nativista e popular gaúcha,
destacando-se pela fusão de influências. O grupo integrou do LP Som Grande
do Sul, em 1978 e, no mesmo ano, destacou-se na 8ª Califórnia da Canção Nativa defendendo as músicas Bambaquererê de autoria de Barbosa Lessa e Assombração de autoria de Leonardo
Em 1986, Fátima conquistou
o prêmio de Melhor Intérprete do 1º Ronco do Bugio, de São Francisco de Paula, interpretando
a música Pinheiro Gringo, de autoria de Eriam Fogaça e Laerte Fortes. Este fato fez dela a primeira das
pouquíssimas cantoras que subiram ao palco do Ronco do Bugio nestes 40 anos de existência
do festival.
Mas, sem dúvida, a passagem mais marcante de sua carreira, foi em 1987, quando ela
defendeu a canção intitulada Cabo Toco, vencedora da 5ª Vigília do Canto Gaúcho
de Cachoeira do Sul, cuja parceria dos compositores Nilo Bairros de Brum e
Heleno Gimenez, conta a história de Olmira Leal de Oliveira, a Cabo Toco, primeira
mulher a ostentar a farda da Brigada Militar, que lutou na Revolução de
1923 e tornou-se uma heroína viva do nosso tempo.
Fátima Gimenez também
foi a primeira artista a registrar em disco a interpretação do Hino
Rio-Grandense, em 1989, quando isso ainda era proibido.
Além das
premiações em festivais, Fátima recebeu diversas homenagens individuais, dentre elas:

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