quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

FESTIVAIS: UNS SURGINDO, OUTROS RESSURGINDO

Alguns entendem que o movimento nativista, que reúne os festivais de música do estado, e que completa 40 anos de existência em 2011, já nao empolga tanto.  Outros vaticinam que a mesmice tomou conta e que seus dias estariam contados.  No entanto, ao arrepio destas opiniões, continuam surgindo, a cada mês, novos eventos do gênero no Rio Grande do Sul e até mesmo em Santa Catarina.  Pra ratificar esta constatação, eis que no final de semana passado, no município de São João da Urtiga, aconteceu e com sucesso,  a 1ª edição da Colina da Música Gaúcha.   Outro evento que estréia no calendário é  1º Canto Paisano da Música Gaúcha, a ser realizado no dia 1º de maio, no belo Teatro Guarani, na cidade de Pelotas. O regulamento será divulgado em breve, mas dois jurados já estão definidos: Jairo Lambari Fernandes e Xiru Antunes. Já no mês de junho, nos dias 03 e 04, inicia sua trajetoria no movimento nativista o festival Tropilha Crioula da Música Gaúcha, da cidade de São Borja, cujas inscrições podem ser encaminhadas até o dia 09 de maio.
Somam-se a estas estréias, alguns eventos que há algum tempo não vinham sendo realizados, casos do 9º Bivaque da Poesia Gaúcha, de Campo Bom; do 10º Acampamento da Canção Nativa, também de Campo Bom; da 9ª Sentinela da Canção Nativa, de Caçapava do Sul; do 12º Um Canto Para Martin Fierro, que não foi realizado em 2010 e agora está programado para maio; da 37ª Califórnia da Canção Nativa, de Uruguaiana,  "célula mater" do movimento nativista, cuja inconstância é preocupante. Não ocorreu em dezembro de 2010 e agora deve acontecer no mês de abril.  Torçamos por isto.
Diante disto, é possivel afirmar que o ressurgimento de alguns festivais, o surgimento de outros tantos e a manutenção dos cerca de 40 já existentes, afastam qualquer previsão nebulosa e reafirmam a tese que o mercado dos festivais está em constante movimentação, evoluindo, gerando emprego e renda e sendo cenário para o advento e a consagração de muitos talentos no âmbito da poesia e da música rio-grandense.  Só por isto eles já valem a pena. Vida longa aos festivais !

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